Procura por cirurgia de aumento de mama aumenta no Rio de Janeiro

Procura por cirurgia de aumento de mama aumenta no Rio de Janeiro

Procura por cirurgia de aumento de mama aumenta no Rio de Janeiro

Com a proximidade do verão, muitas mulheres aproveitam para turbinar os seios. Dados divulgados recentemente pela Silimed, considerada a maior fabricante de próteses da América Latina, apontam que, apesar da crise econômica, o número de cirurgias de implante mamário aumentou 20% no Rio de Janeiro este ano, em relação ao primeiro semestre do ano passado. De acordo com a empresa, a cidade já é a que mais vende próteses mamárias no Brasil.

Uma das razões para a maior procura pelas cirurgias é o custo mais elevado do turismo no exterior para os brasileiros. Com isso, as mulheres passaram a investir o dinheiro em outros sonhos de consumo.

A bancária Liliane Vaz, de 37 anos, realizou o desejo de aumentar os seios há apenas quatro meses, colocando 300 mililitros em cada mama. “A autoestima é tudo. Antes como não tinha nada, valorizava outras partes do corpo. Mas me incomodava. Hoje visto uma roupa e me sinto bem. Vou aproveitar o verão e usar muito decote”, diverte-se.

O aumento na procura pelo implante de silicone nos seios durante o ano inteiro está ligado à vaidade feminina. “As mulheres querem estar bem fisicamente e com a autoestima elevada para exibir o corpo na alta estação”, afirma.

Também aumentou a procura de estrangeiras —especialmente da França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos — por realizar a cirurgia no Brasil. O motivo é não só a qualidade do serviço, mas também o fato de o custo da cirurgia ser menor. Em média, o procedimento custa de R$ 10 mil a R$ 15 mil no país, já incluindo a prótese e a equipe médica, enquanto na Europa, o preço pode quadruplicar, chegando a R$ 60 mil, por causa do euro valorizado.

O procedimento para implantação de silicone é tranquilo e a recuperação é muito rápida. Em três ou quatro dias, a paciente está liberada para voltar a sua vida social. “No pós-operatório, deverá fazer repouso, não pegar peso e evitar o sol por 30 dias para que a cicatriz fique imperceptível”, orienta.

Mas é preciso cuidado: apesar de usar anestesia local, a cirurgia envolve riscos e deve ser feita em hospital e por cirurgião plástico habilitado pela SBCP. Como garantia, a paciente deve guardar o certificado da prótese, que dura, em média, dez anos, para o caso de futuras consultas ao fabricante.

Fonte : O Dia

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